TRANSPORTES DO MUNDO TODO DE TODOS OS MODELOS: Mercedes-Benz Atego 2426 6x2 Euro V.

04 dezembro 2016

Mercedes-Benz Atego 2426 6x2 Euro V.

Hoje vamos apresentar o teste realizado em julho de 2012 pelo site Terra com o caminhão Mercedes-Benz Atego 2426 6x2 Euro V sucessor do antigo Atego 2425 6x2 com motorização Euro III.
De acordo com a tabela de novos da revista Transporte Mundial ed. Nº 116 de fevereiro de 2013 o MB Atego 2426 6x2 Cab. Estendida, é comercializado atualmente por R$ 248.191,00. Na época do teste o mesmo caminhão era alienado por R$ 237.634,00.
Vejamos então esse teste com o 2426 conduzido pelo descontraído João Moita,técnico em demonstração da Mercedes-Benz do Brasil.
Boa Leitura!
Por R$ 237 mil, caminhão leva 22 t com conforto; veja teste
Texto: Karina Craveiro
Foto: Fernando Borges

O Atego tem novo motor Bluetec 5, que atende às novas normas para motores a diesel do PROCONVE P-7.

O segmento de semi-pesados é um dos mais disputados do mercado brasileiro de caminhões. Só no acumulado do ano foram emplacadas 17.614 unidades, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, a Fenabrave. No topo da lista, Mercedes-Benz e Volkswagen disputam a segunda e primeira colocação, respectivamente. Para se manter na disputa, a Mercedes-Benz aposta na tecnologia do Atego, produzido na planta da marca alemã em São Bernardo do Campo, em São Paulo.

O modelo 2426 6X2 custa R$ 237.634.
De janeiro a abril, a Mercedes negociou 500 unidades do 2426, que substituiu o 2425 no primeiro mês do ano. O modelo 2426 custa R$ 237.634, e enfrenta rivais como Ford Cargo 2423, Scania P250 6X2, Volkswagen 24.280 e Volvo VM270 6x2. À convite da montadora, o Terra foi até à fábrica da marca, no ABC Paulista, para dar uma volta na boleia da versão 2426, com carga de 22 t de areia.

A Mercedes-Benz já negociou 500 unidades do 2426 desde janeiro.

O Atego do test-drive carregava 22 toneladas de areia.

Os sacos de areia eram a carga do Atego no dia do teste.

O Atego concorre com modelos da Scania, Volvo, Ford e Volkswagen.

Pré-teste

Antes de entrar no caminhão, o engenheiro de marketing de produto, Conrado Cipolla, diz que o trunfo do Atego é o novo motor Bluetech 5, que atende às novas normas para motores a diesel do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve P-7), que determina pelo menos 80% de redução na emissão de gases poluentes. O propulsor tem 256 cavalos de potência e consumo de combustível 8% menor em relação a versão anterior. Antes de partir, Cipola ainda mostra as modificações feitas depois da reestilização: o Atego tem nova grade, para-sol externo, novo conjunto óptico e defletor de ar nas portas, que evita sujar a maçaneta das portas.


O técnico em demonstração João Moita guia o Atego 2426.
Primeiras impressões
O técnico em demonstração da Mercedes-Benz, João Moita é quem guia o modelo durante o teste. Ele dá a partida no 2426 e inicia o test-drive pela rodovia Anchieta, em direção à estrada velha de Santos. Aos 62 anos, e 32 anos na montadora, Moita começa a dar os predicados do modelo antes mesmo de sair da fábrica. Ele elogia a regulagem pneumática e da coluna da direção da versão - um 6x2 com leito teto-baixo.
"Isso proporciona mais conforto. Imagina passar horas dirigindo em uma posição que não faz bem à coluna", questiona. Ele desaciona o freio de estacionamento a partir de uma alavanca no console central e engata a primeira velocidade do câmbio manual de seis marchas. "Muito bem escalonado e de engates precisos. Sair com um caminhão desses é quase igual sair com um carro de passeio", brinca o experiente piloto.


O técnico engata a marcha do Atego 2426.
De série, o 2426 tem vidro do passageiro elétrico - o do motorista é manual -, computador de bordo - com informações sobre consumo e trajeto - e o chamado top-brake, um sistema conjugado de freio-motor. Ar-condicionado e vidros elétricos para os dois vidros são opcionais. Moita não precisa comentar, mas parece dirigir com facilidade pela estrada, mesmo carregando as 22 t de areia, num trajeto de 36 Km de rodovia.

O computador de bordo do Atego traz informações como consumo, consumo instantaneo e trajeto.

De série, o 2426 tem vidro do passageiro elétrico - o do motorista é manual -, computador de bordo - com informações como consumo, consumo instantaneo e trajeto - e o chamado top-brake, um sistema conjugado de freio-motor.

Aos 65 km/h, em sexta marcha, o conta-giros marca 1.200 rpm. Nas descidas, ele sempre avisa ao acionar o top-brake. "Assim eu não gasto lona de freio. Ele segura o carro sem eu pisar no pedal", explica ele, chegando quase aos 90 km/h. "O ruído é muito pouco e a suspensão é bem confortável. Percebeu?", diz, passando a mão dos cabelos brancos. No meio do trajeto ele estaciona o caminhão, para que as fotos que ilustram esta matéria sejam feitas. "Podem levar o tempo que quiserem. E se quiser, eu saio na foto também", diz aos risos.


O técnico em demonstração, João Moita, faz pose na frente do Atego 2624.

Um detalhe do quadro de instrumentos do Atego.
O console do Atego; novos grafismos no painel de instrumentos.
O tanque de arla 32 tem capacidade para levar 25 litros e o de combustível 210 litros.
O Atego chegou a levar um prêmio de "Truck of the Year 2011", algo como Caminhão do Ano, durante o Salão de Hannover, na Alemanha, no ano passado. Mas com a versão híbrida. E essa versão do teste? É economica? "Ah, o consumo depende muito da carga, da estrada, da condução do motorista", desconversa Moita. O passeio acaba e o pátio da Mercedes é logo o destino final. O motorista desliga o Atego, agradece e comenta. "A volta foi boa, mas da próxima você dirige", brinca.


A vesão híbrida do Atego chegou a levar um prêmio de Truck of the Year 2011, algo como Caminhão do Ano, durante o Salão de Hannover, na Alemanha, no ano passado.
Folder Mercedes-Benz Atego 2426 6x2. (Frente)
Ficha técnica Mercedes-Benz Atego 2426 6x2. (Verso)

Fonte: Site Terra e Mercedes-Benz do Brasil.

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